segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Projectos (Seymour Papert)


Quando falamos em projectos, falamos em ideias, em objectivos, em finalidades....Enfim, falamos num conjunto de realizações que nos trarão alguma Auto-Realização, ideias, atitudes, estando estas relacionadas com um determinado tema ou matéria que estejamos a trabalhar.
Relacionando este tema dos projectos à tecnologia, podemos dizer que está é uma grande impulsionadora da maioria dos projectos, pois hoje em dia não existe quase nenhum projecto em que esta não possa ser aplicada.
Contudo quando realizamos um projecto devemos de ter em conta três aspectos essenciais:
Numa primeira fase, devemos de ter em conta as coisas que podemos fazer com este projecto e todos os benefícios que este nos trará, tanto a nível profissional (aprendizagens, aquisição de conhecimentos), como a nível pessoal (Auto-Realização, motivação, etc.).
Numa segunda etapa, devemos de ter em mente que o computador pode ser visto e encarado como uma forte fonte de ideias e informação para que qualquer criança.
A terceira e última etapa é este projecto poder ser realizado no âmbito familiar, em que o computador e o seu relacionamento com a criança deverão de ser orientados de forma a que a criança sinta que está a fazer algo apropriado para a sua faixa etária e que está a aprender com isso.
Um dos projectos que está referido no livro de Papert e que eu achei muito interessante foi o projecto sobre as tartarugas, em que a criança queria saber mais sobre as tartarugas para dar de presente de aniversário a sua avó. Foi interessante ver como a criança deu o primeiro passo em busca de informações sobre as tartarugas (através de um motor de busca), onde verificou os sites que existiam e foi restringindo a busca de modo a encontrar aquilo que pretendia. Reuniu assim toda a informação que conseguiu encontrar sobre o tipo de tartaruga que desejava e procedeu à criação e desenvolvimento do seu projecto.
Este tipo de Projectos é importante para o desenvolvimento da criança, pois sente que está a fazer parte de algo, e consequentemente consegue aprender com isso, valorizando assim a fluência computacional que vai adquirindo ao longo do tempo.

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